Falando sobre consciência

FALANDO SOBRE CONSCIÊNCIA

Mayara Cristina F. Oldoni[1]

Denis Eduardo Batista Rosolen[2]

“E, para fazer-se revigorante, o ar puro das regiões filosóficas há de constituir-se na realidade que se vive e se respira” (Karl Jaspers)

  1. INTRODUÇÃO

A consciência é tema estudado por diversas áreas do saber humano, muitos discursos e entendimentos podem ser feitos sobre e a partir dela, haja vista que apenas conscientes conseguimos dizer ou entender algo.

Ao longo dos séculos e culturas, a consciência foi entendida de maneiras diversas, fato este que se perpetua, por ser ela campo de interesse e exploração das ciências exatas e das filosofias.

Como um ponto de partida para as nossas reflexões, é importante salientar que não estamos buscando uma definição de consciência, queremos levantar questões, ideias, teorias, para que no final do capítulo a pergunta: O que consciência para você? Seja refletida e explorada, e com isto possibilitar uma abertura de reflexão acerca do tema e da utilização deste entendimento.

Brevemente citaremos algumas matrizes de pensamento filosófico e científico que alicerçam visões diferentes e muitas vezes divergentes acerca da consciência, para posteriormente trazer de maneira breve, a proposta Sartreana de Consciência, sendo esta a principal perspectiva a partir da qual faremos nossas reflexões.

Sartre foi um filósofo que se preocupou cuidadosamente com este tema, fazendo uma diferenciação do conceito vigente da época  divergindo do modelo racionalista e idealista com seu entendimento sobre a liberdade enquanto condição humana e como condição de possibilidade da consciência.

Se toda consciência é consciência de alguma coisa, este algo que a consciência se dirige é sempre visando, desejando, colocando intenções sobre isso, logo, nos tornamos conscientes de algo porque almejamos algo que não está ali, e se olhamos para a esquerda e não para a direita é porque escolhemos por algum(s) motivo(s) assim proceder; a consciência sempre “olha” para algo do mundo, pois ela está no mundo e o lugar de onde “retiramos” aquilo que nos torna conscientes, muito embora a maneira como  entendemos o mundo, participa de maneira importante – mas não definitiva – no que e como percebemos o mundo vivido.

Por fim, utilizaremos a obra Notas do Subsolo, de Fiódor Dostoiévski, para ilustrar a consciência através das ideias desse grande romancista do século XIX. Dostoievski foi um escritor que retratava através de seus romances, muito de suas vivências, o que se aproxima de uma postura existencialista. Suas questões não trazem conceitos, mas geram reflexões sobre como o homem se relaciona com toda sua complexidade existencial. A obra Notas do Subsolo é bastante provocativa por trazer o protagonista como um anônimo que se debate com as questões do trabalho, relacionamento interpessoal, e como observa e traduz seu entendimento de consciência.

  1. DIFERENTES ENTENDIMENTOS SOBRE A CONSCIÊNCIA

 

Nos pré-socráticos o conceito de consciência não existia como entendemos hoje. Existiam definições como o Logos, Razão, Pensamento, Alma, dentre outras significações, onde a preocupação era mais com a aferição de um princípio organizador básico da vida do que com o ser humano em sua humanidade, muitas vezes entendendo a consciência como algo em um eterno fluir que modifica tudo, ou a crença na estaticidade/imutabilidade das coisas que são e na inevitabilidade das coisas que não são continuarem não sendo. Enfim, nas reflexões que podemos fazer acerca da consciência a partir de Demócrito e Parmênides, ou a consciência é, e sempre continuará sendo, ou ela está em constante mudança num eterno devir fluído.

Em algumas civilizações como a Egípcia, por exemplo, admitia-se que a morada da consciência era no coração (onde residia também o sentimento de certo e errado). Após a Idade Média, com o advento da ciência, alguns cientistas atestaram que a consciência era fruto da razão e esta do funcionamento cerebral. Antes disso, na Idade Média, os religiosos pregavam que era através da consciência que Deus “falava” com os humanos.

Para alguns místicos, como exemplo Osho, esse fluir ‘alguma coisa’ é energia. Você pode testemunhar tanto seu corpo quanto sua energia vital. Esse testemunhar é sua consciência[3]. Neste amplo terreno chamado misticismo, podemos encontrar também relatos de experiência de consciência extracorpórea tanto no que tange às experiências de quase morte amplamente estudadas pelo Dr. Murphy, quanto às experiências chamadas de “desdobramento do corpo astral” (Valdo Vieira, Projeciologia).

A Psicanálise também colabora dizendo que:

A consciência em termos psicanalíticos é o conjunto de mecanismos psíquicos que se opõem à expressão das pulsões primárias. A primeira forma de consciência passas pelas interdições parentais recalcadas pela criança e consequente formação do superego[4].

Numa explicação mais atual da física quântica, a consciência pode ser entendida de maneira simplificada:

Forma-se uma assembléia e, numa ínfima fração de tempo, a consciência “explode”. Como conclusão da hipótese, podemos considerar que a consciência é uma propriedade emergente, a partir do ‘disparo”, em “uníssono”, de um número incontável de neurônios, que se espalha, difusamente, através do cérebro, por um período de tempo variável, para, imediatamente depois de terminada, ser substituída por outra consciência, e depois por outra e, assim, sucessivamente[5].

É também bastante conhecido o modelo da Biomedicina Ocidental, onde o entendimento clássico afirma que a consciência é o estado em que a pessoa está ciente de suas ações físicas e mentais. Ou seja, é o estado  do sistema nervoso central que permite pensar, observar e interagir com o mundo exterior.

Talvez esta definição seja a mais creditada, já que ela segue a lógica. Um bom exemplo é a frase que constantemente escutamos: “Coloque a mão na consciência”, é tentativa de materializar a consciência como sendo algo que se possa “pegar”, “corporificar” e com caráter do justo e certo. Em geral se fala da consciência como algo material, “dor na consciência”. Outra aproximação que se costuma fazer é entre juízo e consciência, as pessoas dizem, por exemplo, que se “perdeu o juízo” como similar a perder a consciência.

  1. CONSCIÊNCIA EM SARTRE

Numa perspectiva Sartreana, podemos estar em estados de consciências diversos, quer seja provocado pelo deliberado uso de drogas ou pelo não desejado luto, podemos viver estados de consciência onde nossa capacidade de perceber e refletir sobre alguns aspectos do mundo e da vida são favorecidos ou dificultados.

O desenvolvimento da ideia de consciência em Sartre representou um importante momento no desenvolvimento do movimento fenomenológico, pois traz o inverso da metafísica onde o cognitivo é definido pela Razão. Nesta reflexão, Ser e Pensar se coadunam numa relação constante.

Com Sartre a estrutura cartesiana é rompida, pois para o filósofo a consciência não é o conhecimento (do modelo cartesiano), não é algo, é um modo de estar no mundo, portanto, indissociável do corpo. É simples, espontânea, remete sempre a ela mesma, sendo produto e produtor numa relação única. A consciência é sempre consciência de alguma coisa (intencionalidade de Husserl), portanto, precisa do Ser para existir (aqui também concorda com Husserl sobre a não substancialidade da consciência), é uma propriedade deste Ser, surge e se apresenta na relação com o mundo.

Sartre chama a realidade humana de ser-para-si em contraposição ao ser-em-si que são as coisas, que estão completas no ser que são e que não podem modificar o seu ser. Por nada faltar, não brota o desejo, por terem uma essência pronta não são capazes de transcender.

ser-para-si é a consciência, é abertura, é possibilidade de transcender, é sentir-se sempre incompleto e sempre estar indo atrás de algo, ou seja, embutido em um projeto que brotou do âmago de um ser que reflete sobre o próprio ser. A consciência vai de um ser a outro sem nada ser, enquanto esta objetivando aquilo que ainda não é ela mesma – a consciência.

É propriedade que individualiza, que se relaciona com os possíveis dela, numa rede de relações com o ser-em-si. Consciência não é dependente, é vazio, se lança num campo que está fora dela (ser-em-si), é transcendente, não qualificável (superior, inferior). O ser-em-si não tem segredo, Sartre diz que ele é maciço, ele está isolado em seu ser e não mantém relação alguma com o que não é; já o ser-para-si é segredo o tempo todo, se não voltado ao Outro um segredo guardado de si mesmo ao modo da má-fé.

Abdo contribui:

Consciência não precisa de cognição para ser consciência, assim como não precisa dos sentidos ou dos sentimentos para tanto: ela, como Absoluto, basta-se a si própria, senão para se “pôr”, pois que é apenas uma propriedade do “ser” pelo menos para sua estrutura e ação[6].

Portanto, para Sartre a consciência é ato, um vento que se lança livre (tranlucidez), não é interioridade, essência, ela é movimento. Somos sempre um vir-a-ser, um projeto existencial, ela não se reduz a vontade, ou seja, somos consciência o tempo todo. O projeto histórico, a liberdade e a responsabilidade, são aspectos inerentes a consciência.

Parafraseando Sartre, a consciência sempre pode ultrapassar o existente, não em direção a seu ser, mas ao sentido desse ser, o ser-para-si é inesgotável.

Somos conscientes, portanto construímos os sentidos que damos a estar aqui, construímos uma rede de significados que damos ao mundo e à nossa história pessoal, construímos uma maneira própria de constatar a nossa história de vida, construindo cada um a sua biografia seguindo a interesses particulares que nem sempre são postos à reflexão.

Assim, o filósofo enfatiza: “A consciência é revelação-revelada dos existentes, e estes comparecem a ela fundamentados pelo ser que lhes é próprio”[7].

Portanto a consciência é sempre relacional, ela não é um recipiente, é uma falta perpétuapois nos seres-em-si não existe esta falta. Ela é individual e lança-se numa teia de relações, como a linguagem (ser-com-o-outro).

Com isto, este lançar-se as relações, é um estar lançado a fazer escolhas o tempo todo e sendo a efetivação de uma escolha em um ato, e, considerando então que somos aquilo que fazemos, não é de se espantar que seja comum que a obra de alguns  pensadores reproduzam as respectivas vidas, com suas angústias, potencialidades, inquietações e estreitezas de pensamento, explícitas ou implícitas em cada linha, em cada argumento.

  1. A CONSCIÊNCIA NA OBRA NOTAS DE SUBSOLO DE FIÓDOR DOSTOIÉVSKI

Agora, para ilustrar a consciência elencamos afirmações retiradas do livro Notas do Subsolo do escritor russo Fiódor Dostoievski.

No cenário desta Obra, a palavra consciência aparece logo no início e traz um caráter de doença, e é praticamente sinônimo de consciência. O protagonista bastante inquieto nos diz: “Asseguro-lhes que ter uma consciência exagerada é uma doença, verdadeira e completa doença” (p. 14). Afirma que todos se vangloriam de suas doenças (de sua consciência?) e trata o século XIX de infeliz.

Pensemos na valorização que é dada à noção de consciência na época em que este personagem anônimo viveu, (que tem muito em comum com a vivência de Dostoievski). O personagem aparece com críticas referentes a busca pelos conceitos prontos e puros, pela Verdade Absoluta, pois o personagem ataca com grande fúria esta ideia estruturante, ressalta que escolhem ser infelizes no ato de vangloriar-se ou retirar proveitos de sua condição de enfermidade, é sublinhar a enfermidade, é em suma, tornar-se uma sociedade doente, pois hierarquiza o saudável e o patológico assim como outrora se distinguia o sagrado do profano.

Afirma o personagem: “Estou firmemente convencido de que não só a consciência em alto grau é uma doença, como também o é qualquer consciência”[8].

O autor demonstra sua aversão ao racionalismo vigente, onde muitos buscavam (ainda buscam?) nortear a vida por princípios lógicos, onde isso certamente seria um “excesso” de consciência, e era com desconfiança que Dostoievski enfrentava as “certezas” trazidas pelos pensamentos de seu tempo.

Se lhe provam que, na realidade, uma gotinha de sua própria gordura deve ser-lhe mais cara do que cem mil semelhantes seus, e que nesse resultado serão resolvidos finalmente todos os assim chamados deveres e virtudes, bem como os demais delírios e preconceitos, aceite também, não há o que se possa fazer, pois dois mais dois são quatro – isso é matemática. Tente objetar[9].

Dostoievski escreve que a consciência (quanto mais desenvolvida) não é garantia de decisões sábias, pois, mesmo assim, nos “atolamos” em situações que de certa forma a consciência já explorou. Assim, podemos aferir que nossas escolhas não são pautadas e não correspondem a nossa consciência, pelo menos, não como a racionalidade ou o idealismo buscam evidenciar, já que podemos desejar até as coisas mais estúpidas e irresponsáveis para nossa vida, não estamos num progresso inabalável e eterno como apregoa o ideário liberal, somos o Kaos que pode virar ordem e vice e versa, estamos todos alicerçados sobre o nada.

Salta aos olhos a “emoção” de Dostoievski repudiando a noção de uma consciência excessivamente clara, onde a culpa é alimentada num processo de certo/errado/bom/mau. Como “não ser” o que esperam que eu seja? “não fazer” o que esperam de mim? Eis o desespero! (um não – espero) constante e inevitável. Para o desesperado, ou bem damos gotas de esperança ou constrói-se um novo sentido, mesmo que este seja erigido em cima de um sentimento de revolta como Camus (O homem revoltado) propos.

Ilustra o personagem que minha consciência não diz de mim! Sou Eu em ato, até porque posso buscar motivos “justos” para encarar a realidade conscientemente, mesmo que para isso entre em duelo com o que sinto, percebo.

Afirma no decorrer de suas reflexões que a consciência é infinitamente superior ao dois mais dois, e que o Subsolo é o lugar do possível para aqueles que estão a margem, do não quisto, do não viável, ou seja, a margem do entendimento normatizante. Portanto:

Admito: o homem é, acima de tudo, um animal que constrói condenado a buscar conscientemente um objetivo e exercer a arte da engenharia, ou seja, a abrir caminho para si mesmo incessante e eternamente, não importando aonde esse caminho o leve[10].

Continua o anônimo protagonista dizendo: Que sabe a razão? E responde imediatamente que ela sabe apenas aquilo que conseguiu explorar, já a natureza humana, esta age como um todo, com tudo o que possui, seja consciente, seja inconsciente, está vivendo.

Pensamos que o subsolo é terreno complexo, onde consciência e desejo dialogam sem parar, um alimentando o outro, lugar de possibilidades infinitas, sem normatização, um aforismo do personagem ao tentar contrapor a ideia de uma consciência estruturante vantajosa e sábia.

Contudo, percebemos uma aproximação da ideia de consciência em Sartre e Dostoievski, principalmente sobre o homem não definido, fechado em si mesmo, mas sim, numa consciência relacional, numa trama de sentidos indissociáveis, resultando numa realidade humana.

O mundo tal como é nos afeta, ele não é um fora, tem tudo a ver comigo, numa articulação lado a lado, o que nos confere uma abertura de possibilidades, num existir que ultrapassa a conceituação.

Aonde vamos nos descobrir?

“Na rua, na cidade, no meio da multidão, coisa entre coisas, homem entre homens” (Sartre)

“Não se pode garantir, mas talvez todo o objetivo a que o homem se dirige na Terra se resuma a esse processo constante de buscar conquistar ou, em outras palavras, à própria vida, e não ao objetivo exatamente, o qual, evidentemente, não deve passar de dois e dois são quatro, ou seja, uma fórmula, e dois e dois são quatro já não é vida, senhores, mas o começo da morte”. (Dostoievski)

Portanto, se os fenômenos do mundo são inteligíveis, somos consciência deste fenômeno, pois ultrapassamos o “saber” da cabeça (cartesiano).

O educador Rubem Alves também contribui dizendo que “O saber que mora no corpo, entretanto, vive na deliciosa ignorância de si mesmo… ele sabe sem ter necessidade de saber dizer-se”. (p. 140)….a dança das ideias é sempre um espetáculo fascinante (p. 21), assim as ideias são mutáveis, flexíveis.

Nietzsche colabora escrevendo que argumentos e razões não convencem, então, a razão precisa de evidências e provas, e assim formam-se os métodos (caminhos), “mas o corpo não entende a linguagem do método. Método são procedimentos racionais.

Mas o corpo é um ser musical, o organismo é uma melodia que se canta, ressalta Merleau Ponty. (citado por Rubem Alves p. 17)

“Tudo aquilo para que temos palavras é porque já ultrapassamos. Parece que a linguagem foi inventada para aquilo que é média, medíocre” (O crepúsculo dos ídolos, p. 1005, citado por Rubem Alves, p. 32). As nossas experiências verdadeiras não são tagarelas. Elas não poderiam se comunicar mesmo que quisessem. Isto é, falta-lhes a palavra. Tudo aquilo para que temos palavras é porque já fomos além. Em toda fala há uma pitada de desprezo.” p. 61 – O crepúsculo dos ídolos, p. 451

Assim, pensemos na SABEDORIA NÃO DITA, a verdade do piano não é apenas o piano: são as músicas que ele pode tocar.

Lembramos também do filme Malena, um belíssimo filme italiano e norte-americano do ano 2000, escrito e dirigido por Giuseppe Tornatore, nos presenteia com um protagonista que está além dos “saberes” da sociedade, um menino que trata o seu pensar/sentir de uma forma bastante corajosa, pode-se pensar que a consciência do menino apaixonado passa pelo olhar ingênuo, espontâneo, verdadeiro. “O que se percebe não é nada, comparado com o que se imagina” (Bachelard) p. 150, então a consciência caminha entre o sentir/saber/desejar/escolher/refletir…

Na poesia temos a contribuição do poeta brasileiro Manoel de Barros, escrevendo que “A ciência não pode calcular quantos cavalos de força existem nos encantos de um sabiá”.

Assim, temos um caminho provocador, interessante, para sempre olharmos com cuidado para os significados e conceitos que carregamos, seja uma crença, uma teoria, uma ideia, uma explicação, para que não vivamos “intoxicados de verdades”, mas que possamos sempre, e cada vez mais, surpreendermos com “saberes” que simplesmente acontecem.

Uma consciência, muitas consciências, seres conscientes…independente de como pensemos tal questão, que ela seja instrumento de perguntas, enfrentamentos, diálogo, relação, possibilidade de atual profissional que foge ao mecanicismo diário, que a amplitude que o tema consciência nos traz, seja amplitude de possibilidades e busca de um viver mais saudável.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABDO, Néder Rocha. Cognitivo-Estudos: Revista Eletrônica de Filosofia, V. 8, nr.1. pg. 11 (jan/junho). PUC- SP, 2011.

Consciência (psicologia). In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. Disponível em http://www.infopedia.pt/$consciencia-(psicologia).

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008 2013, disponível em http://www.priberam.pt/dlpo/consci%C3%AAncia.

DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Notas do Subsolo. Porto Alegre: L&PM, 2012.

OLIVEIRA, Jorge Martins de. Consciênciain Cérebro & Mente. Revista eletrônica de Divulgação Científica em Neurociência. Nr. 05. Núcleo de Informática Biomédica. Universidade Estadual de Campinas, acesso em 13 fev. de 2014.

OSHO. Disponível em http://www.palavrasdeosho.com/2010/06/saiba-que-so-consciencia-existe.html#ixzz2tE1aSooc.

ALVES, Rubem. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2011.

SARTRE, Jean Paul. O Ser e o nada – Ensaio de ontologia fenomenológica. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.

 

[1] Psicóloga Clínica, discente no Centro de Psicoterapia Existencial – Campinas – SP

[2] Psicólogo, Mestre em Psicologia, Professor no Centro de Psicoterapia Existencial – Campinas – SC

[3]Disponível em http://www.palavrasdeosho.com/2010/06/saiba-que-so-consciencia-existe.html#ixzz2tE1aSooc, acesso em 13 fev. de 2014.

[4] Consciência (psicologia)In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014.

[5] OLIVEIRA, Jorge Martins de. Consciênciain Cérebro & Mente. Revista eletrônica de Divulgação Científica em Neurociência. Nr. 05. Núcleo de Informática Biomédica. Universidade Estadual de Campinas, acesso em 13 fev. de 2014.

[6] ABDO, Néder Rocha. COGNITIVO-ESTUDOS: Revista Eletrônica de Filosofia, V. 8, nr.1. pg. 11 (jan/junho). PUC- SP, 2011, acesso em 12 de fev. de 2014

[7] SARTRE, Jean Paul. O Ser e o nada – Ensaio de ontologia fenomenológica. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997, p. 35.

[8]  . DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Notas do Subsolo. Porto Alegre: L&PM, 2012, p. 15.

[9]    DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Notas do Subsolo. Porto Alegre: L&PM, 2012, p. 21.

[10] DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Notas do Subsolo. Porto Alegre: L&PM, 2012, p. 43